Só se jogam pedras em árvores que dão bons frutos..

Precisei ir na justiça do trabalho a fim de fazer um favor para um colega e de repente me deparo com um cartaz, onde estampada estava a seguinte frase: “Seja muito grato às adversidades que aparecerem na sua vida. Elas lhe ensinarão a tolerância, a simpatia, o autocontrole, a perseverança e outras qualidades que, sem adversidades, você jamais conhecerá”.

Tirei uma foto para guardar e analisar o conteúdo que prendeu minha atenção de imediato. Pois bem, extraí duas situações. A primeira, devemos agradecer por tudo na vida, até as adversidades. A segunda, sem as adversidades perderíamos muitos aprendizados.

Começando a analisar a frase, entendo que as adversidades vieram para, na realidade, nos ensinar. Aquele ditado que diz a dor ensina a gemer é real e verdadeiro.

Estando em nossa zona de conforto nada fazemos e criamos, porém, diante da primeira tempestade, levantamos, sacudimos a poeira e nos colocamos a batalhar.

Na marra, somos obrigados a aprender a buscar alternativas, traçar estratégias, aceitar o que não se pode mudar, administrar angústias, viabilizar novos projetos. Ao constatar isso até começo a pensar que as adversidades vem para o nosso “bem”, e não para o nosso “mal”.

Tá, mas se é para “bem”, porque tememos tanto os acontecimentos imprevistos? Porque teremos que nos reinventar, penso eu. Teremos que trabalhar por algo que não estamos acostumados ou que nos demanda esforço da qual, talvez não estejamos dispostos.

Pois é, mas é “goela abaixo” que faremos muitas coisas e teremos simplesmente que aceitar, sob pena de sucumbir e nada fazer para melhorar. A força que atingimos após a superação e a autoconfiança que adquirimos são infinitamente maiores do que qualquer zona de conforto, e isso merece agradecimento.

Ao tirarmos o melhor das adversidades devemos agradecer por tudo o que passamos, mas devemos agradecer também aqueles momentos de sofrimento, são eles que nos fortalecem e que nos fazem entender e administrar muitas emoções.

Aliás, devemos agradecer pelas adversidades e por tudo o que acontece nas nossas vidas: cada tropeço, cada lágrima, cada sorriso, cada alegria. Nada é por acaso, e tudo acontece como tem que acontecer, no momento e do modo como tem que ser, basta aceitar, superar e aprender.

Suelena L. Cioccari Advogada Master Practitioner em Programação Neurolinguística e Formação em Eneagrama Treinadora do ATS2 – Atitude Transformada em Sucesso Treinamento  de liderança e Coaching Escritora por intuição

 


 

Recomeçar

Já tiveram algum desejo, algum sonho e desistiram dele por não acharem-se capazes? Creio que todos nós já tivemos ou temos algo assim, nem que seja escondido. Eu tenho um sonho especial que é correr uma maratona, mas esse sonho foi abandonado por uns três, quatro anos.

Primeiramente eu queria correr uma maratona até meus 40 anos. Sim, 40 anos porque para mim sempre foi uma data representativa, ao menos metade da minha vida houvera passado quando o dia dos 4.0 chegou. Nesse meio tempo por correr de forma desvairada, estourei o joelho. Não cheguei lá, mas estou dando passos para tanto.

Contei isso para ilustrar o meu sonho e a necessidade de não desistirmos quando acidentes de percurso acontecerem. Por algum tempo achei que não conseguiria mais, quem sabe em alguma outra existência eu conseguisse.

Dentro desse pensamento desejei vir com “perfil de corredor”, e joelhos “mais inteiros” do que os que possuo hoje. De repente uma inspiração que habita minha existência me mostra que eu posso, apenas havia acinzentado meu sonho.

Retomar o caminho do sonho não é fácil: é custoso, dá medo, dá insegurança, dá trabalho, traz algumas perdas. Não vou iludir que o recomeço é doce e colorido, não é, talvez tenha “50 tons de cinza e de dor”.

Recomeçar exige persistência e crença de que se chegará lá, mais devagar, mais rápido, mais dia, menos dia, mas a realização estará lá, para ser saboreada. A mim custa retomar o projeto da maratona, mas eu ainda tenho tempo de ir atrás e hoje aceitar com mais sabedoria, serenidade os percalços que se apresentam, e ter convicção que não é impossível, basta eu lutar para isso.

Recomeçar sonhos, projetos, planos, traz a incerteza de um novo fracasso ou a crença da vitória. Escolher o que tu vais buscar depende de ti. Depende de ti também pensar no fracasso ou desejar a vitória. Depende de ti desistir ou recomeçar. Depende de ti ter em mente o sabor e o gosto da vitória.

Eu entendi que recomeçar é um processo, que recomeçar faz parte e que sempre é tempo de recomeçar. Eu escolhi e me permiti recomeçar de cabeça erguida e olhando em frente, certa que a linha da chegada me aguarda, é apenas uma questão de tempo!

 Suelena L. Cioccari Advogada Master Practitioner em Programação Neurolinguística e Formação em Eneagrama Treinadora do ATS2 – Atitude Transformada em Sucesso Treinamento  de liderança e Coaching Escritora por intuição
 
Como agradecer?
Muito se fala em agradecer. Muitos apregoam que isso é agora muito importante, quase imprescindível, que deve ser feito diariamente, pois isso nos conecta a algo maior, e que o sentimento de gratidão eleva nossa energia. Não é religioso, mas carrega suas crenças, e eu que “No creo en brujas, pero que las hay, las hay”, resolvi pensar pelo que deveria agradecer. Desde que me propus a esta tarefa, deparei-me com um emaranhado de ideias sobre pelo que eu seria realmente grata. Levei algum tempo imaginando quais as palavras corretas e qual mensagem para o “universo” eu deveria enviar. Seria um agradecimento pelas coisas que tenho: minha casa, meu carro, meu escritório, minha empresa, meu, meu, meu… Nada disso me parecia satisfatório para o magnânimo infinito. Aí me dei conta de que já que isso seria uma lista de proporções quânticas, mas, acima de tudo, privada, e como “as melhores coisas da vida não são coisas”, resolvi então listar pelo que eu realmente agradeceria. Aí está minha lista: Agradeço aos meus pais pela vida. Agradeço ao meu irmão pela noção de quanto tudo pode ser dividido, sem ser perdido. Agradeço a minha irmã por me dar a exata percepção do que vale nessa vida. Agradeço ao pai da minha filha por ter me feito mãe. Agradeço a minha filha por ter me feito adulta. Agradeço aos meu amigos por serem meus amigos. Agradeço a todos que me mostraram amor. Agradeço ao único chefe que tive por apostar em mim. Agradeço por estar aqui escrevendo. Obrigada universo! Sou grata!.

Sobre a Simone ….Mãe de Mariela, Simone Pontes é empresária e proprietária da TAB Editora. Sua formação é sociologia tendo pós-graduação em jornalismo e comunicação de massa. Ela também é designer de joias e colunista da revista Lofficiel Brasil.


2018 já começou, portanto, mexa-se! Chegou 2018! Mais um ano se inicia. Fizeram promessas? Prometeram começar a malhar, a ser fit, a ficar rico… foram muitas? Pois bem, se foram muitas ou se foram poucas, fato é que estamos quase no meio do primeiro mês do ano, e já colocamos algo do que prometemos em prática? Ora, senão demos início aos nossos planos, conforme as promessas feitas, já estamos atrasados. Não podemos protelar os nossos planos para começar após o carnaval! O ditado é que o Brasil que começa após o carnaval, mas nós, nós podemos e devemos começar de imediato. Muitas vezes quando postergamos os nossos planos deixamos que os mesmos caiam num vazio, que se tornem sem sentido e acabamos por abandonar a empolgação, o afã em alcançar tudo aquilo que efetivamente desejamos. Digo isso porque já agi assim. Muitas vezes também deixei coisas para fazer após o carnaval…e depois…, tudo acabou no vazio. O carnaval passou e meus planos e metas também passaram, se foram com os blocos de rua ou com as escolas de samba. Sabem que sempre planejei minha vida a não comprometer com “trabalho pesado” os meses de janeiro e fevereiro, tudo começava em março. Só que até março muita coisa acontecia e os planos eram abandonados ou soterrados por outras coisas e a cada ano tudo se repetia. Há algum tempo eu desejava fazer um curso que consumiria esforço mental e me tiraria da zona de conforto, mas estava protelando, não era o momento. Fiz a inscrição uns dias antes de sair de férias com a promessa que eu só iniciaria na turma de março. E aí? Qual a surpresa? Recebo uma mensagem me instigando a inicia em janeiro. Parei, petrifiquei, pensei: poxa, se fizer agora perco meu período de calmaria. Depois de alguma indecisão eu resolvi: vou fazer agora! Vou iniciar o 2018 diferente. Farei algo que me colocará a pensar e a exercitar a minha meta desde o início, não apenas após o carnaval. Ao decidir isso fui tomada de uma emoção infinita por fazer diferente. Fiz algo que me tirou da mesmice de outras épocas. Sabem o que descobri, que os planos estão bem vivinhos e ávidos por serem colocados em prática. Pense nisso, vamos agilizar ao invés de procrastinar. A vida, por mais que seja clichê, passa muito rápido e pode ser que, quando nos dermos conta passou e nós deixamos de viver. Não quero dar lição para ninguém, mas me senti uma vencedora por mudar a direção desses ventos que iniciam. Sim, comparo os anos a ventos que nos levam para o lado que queremos ir ou nos empurram para longe dos nossos propósitos. Meus ventos estão iniciando para onde indiquei! Eu me mexi, mexa-se também! Suelena L. Cioccari Advogada Master Practitioner em Programação Neurolinguística e Formação em Eneagrama Treinadora do ATS2 – Atitude Transformada em Sucesso Treinamento  de liderança e Coaching Escritora por intuição

Decisões e mudanças! Quanta dificuldade quebrar paradigmas: acabei por tomar uma decisão há poucos dias que rompeu com uma tradição de quase 40 anos. Para tomar tal decisão passei por um sofrimento atroz, achei que ia ter um colapso. Tomei uma decisão por mim, não pensei na coletividade e vi o quanto isso é árduo, o quanto me custou decidir pelo que eu efetivamente queria e não por nalgo que cumpriria a tradição de muitos anos. Tomar uma decisão que agrada a ti e não a outros é terrível, ainda mais quando esses outros são pessoas caras e próximas. Porém, pensar em si não faz mal, não é errado, e muitas vezes necessário. Decisões que rompem tradições são difíceis pois parece que rompem laços, mas, na realidade não é assim. Essas decisões mudam a perspectiva da situação, não rompem nada. Fiquei analisando os motivos do sofrimento e me deparei com uma sensação de culpa pela mudança, e de lástima pelos ciclos que se encerram em nossas vidas e que são, enfim, inevitáveis. Tomei uma decisão que me fez olhar para o lado de fora e entender que algumas situações não fazem mais sentido em serem mantidas, que mantemos muitas vezes sem saber o motivo e sequer paramos para analisar. Algumas decisões simplesmente nos fazem olhar para o lado de fora, e permitem visualizar que há vida fora da caixa, que existe razão para não continuar. Aí, me peguei pensando como seguimos tradições em nossas vidas que sequer entendemos o motivo. Por que mantemos situações, pessoas, coisas…Qual o apego que temos para manter tradições que muitas vezes não possuem mais condições de serem mantidas sem que cause alguma aflição? Pois bem, aprendi nestes dias que, por mais que cause sofrimento para decidir, precisamos e merecemos nos dar decisões que mudem e que nos façam olhar para um novo caminho. O sofrimento passará assim que constatarmos que olhar para o lado não rompe laços fortes, apenas fecha ciclos e permite uma visão sob outras perspectivas, para outros horizontes. Suelena L. Cioccari Advogada Master Practitioner em Programação Neurolinguística e Formação em Eneagrama Treinadora do ATS2 – Atitude Transformada em Sucesso Treinamento  de liderança e Coaching Escritora por intuição

Onde anda a elegância? Engana-se quem pensa que a elegância está na roupa, nos acessórios, nas cores, nos cortes ou na moda. Elegância é sinônimo de educação. Uma pessoa bem educada sabe a hora de falar e de calar, sabe dar e pedir licença, sabe agradecer, enfim…sabe conviver.
A elegância está na atitude, na forma como tratamos as pessoas ao nosso redor, na forma como nos comportamos em nossa casa, na rua, com os amigos, e até com os inimigos. Ela é, antes de mais nada, um termômetro dos nossos valores. De que adianta comprar uma roupa cara, uma bolsa chiquérrima, mas estacionar na vaga de idoso, ou de cadeirante? De que adianta estar com um super sapato e furar uma fila? De que adianta estar com cabelo e maquiagem irretocável e ser grosseira com um garçom? Tenho dificuldade de entender quando ocorreu essa inversão de valores, onde coisas são mais importantes que atitudes. Mas não perco a esperança e vou continuar fazendo o que fiz há pouco tempo: busquei um trio que parou, ou melhor, abandonou o carro em duas vagas de cadeirante, no estacionamento de um supermercado. Sim!!!! Não bastava uma, eles ocuparam as duas. Não me contive, entrei na loja, busque i-os entre os corredores, pedi que retirassem o carro de lá, perguntando se algum deles era cadeirante. O rapaz pediu desculpas  e foi retirar o carro que NUNCA deveria ter estado lá. Pergunto, se todos nós cobrarmos das pessoas o correto, será que essa confusa sociedade deselegante poderá melhorar? Talvez um simples apontamento: “olha, você está errado em fazer isso” seja suficiente, em alguns casos. Vou continuar fazendo minha parte e tentar manter a elegância nesses momentos. @simonepontes

Sobre a Simone…..Mãe de Mariela, Simone Pontes é empresária e proprietária da TAB Editora. Sua formação é sociologia tendo pós-graduação em jornalismo e comunicação de massa. Ela também é designer de joias e colunista da revista Lofficiel Brasil. Turismo e compras

Compras em Torrance

Torrance é um encanto e fica a 10 minutos das famosas praias de Hermosa Beach and Manhattan Beach, na Califórnia.

A localização é excelente para quem deseja passear pelas belas praias do condado de Los Angeles e fazer boas compras.

Essa é a região de cobertura onde eu atendo os clientes locais e os turistas brasileiros prestando os serviços de Personal Shopper. Contar com a ajuda de um especialista em compras certificado é muito conveniente porque você economiza seu precioso tempo e dinheiro.

Antes da sua viagem para Los Angeles podemos agendar uma reunião pelo WhatsApp para eu te entrevistar e receber as informações necessárias para montar o seu roteiro de compras personalizado.

Podemos ir as compras juntas, eu vou chegar mais cedo para fazer a pré seleção dos produtos,  vou lhe explicar a localização dos produtos, tamanhos e avaliar o custo benefício de cada peça. Outra alternativa é eu realizar as compras sozinha e levar os produtos até o seu hotel no horário conveniente para você provar as peças, aprovar e pagar.

Já imaginou que tranquilidade?

Separei três dicas de lojas para quem deseja fazer boas compras mesmo com a alta do dólar.
A boa dica fica por conta das lojas de descontos que são as lojas de departamentos que vendem produtos de marcas badaladas como Michael Kors e Calvin Klein. Os descontos são maravilhosos e podem chegar até 60% de desconto.
Para a compra de vestidos de festa, roupa para bebê, sweeters e malas eu recomendo a Ross Stores localizada na 4315 Pacific Coast Hwy, Torrance, CA, 90505
Para a compra de objetos de decoração para o lar eu recomendo a Home Goods localizada na 19350 Hawthorne Blv, Torrance, CA 90503
https://m.homegoods.com
Ficou com dúvidas? Quer mais dicas? Entre em contato pelo email karinapersonalshopper@gmail.com será uma alegria poder lhe ajudar.Sobre

Karina Schoereder tem formação profissional em comunicação e desde 2009 mora na Califórnia onde descobriu seu gosto pela moda e tem atuado como Personal Shopper.
Consumismo Todas nós já tivemos aqueles momentos de consumo! Quantas vezes acabamos por descontar nossas frustrações comprando? Quantas vezes nos momentos de alegria e euforia gastamos com coisas extravagantes? Quantas roupas com etiqueta ou sapatos utilizados uma única vez temos em nossos armários? Quem nunca? Pois é, por várias vezes acabamos por descontar nossas dores no consumo inconsciente, desenfreado sem sequer pensar no que compramos. E pior, acabamos por criar mais uma dor: pagar a fatura. E quantas vezes por felicidade resolvemos comprar aquela bolsa caríssima que desejávamos mas que não tem nada a ver com nosso estilo e que ficará guardada no fundo do armário?
Vamos organizar as etapas então: nos dias de tristeza, não saia com o cartão de crédito ou de débito, deixe em casa, ou até mesmo, não saia de casa. Contenha-se, respire, chore e sofra pelo motivo certo, não pela dívida adquirida. Já, nos dias de alegria e euforia respire antes de comprar algo que realmente é só o impulso. Difícil, né? Porém precisamos nesses momentos analisar o que realmente necessitamos se de compras ou de ajuda. Busque ajuda. Pense em alguém que poderá te ajudar. Procure alguém para conversar, uma amiga, um terapeuta, um profissional que te ajude a ver efetivamente os motivos que te levam a consumir sem precisar. Ainda assim não deu certo e você pretende seguir comprando, pense em alguém que ao menos te ajude a adquirir o que é adequado, que te oriente a comprar certo e, que, ao mesmo tempo, ajude a mudar as perspectivas do consumo de impulso para o consumo consciente. Pense nisso! Consuma pelo motivo certo!
Suelena L. Cioccari Advogada Master Practitioner em Programação Neurolinguística e Formação em Eneagrama Treinadora do ATS2 – Atitude Transformada em Sucesso Treinamento  de liderança e Coaching Escritora por intuição

Moda com propósito Ronaldo Fraga faz moda/arte
Convidada para cobrir o desfile de Ronaldo Fraga na Bienalsur, em Buenos Aires, ainda não havia mensurado o tamanho real desse projeto cultural latino americano: Bienalsur consiste na maior bienal já elaborada na América Latina. Com 400 artistas distribuídos entre 16 países e 32 cidades sul americanas, Europa e Japão, está acontecendo, simultaneamente, desde setembro de 2017, com término previsto para dezembro desse mesmo ano. Todo o evento tem por objetivo unir projetos, os quais, escolhidos entre os mais de 2.500 enviados, levam cultura, arte e reflexão para o maior número de pessoas possível. Nosso brasileiro foi chamado com a proposta de montar uma coleção específica para a Bienal, onde a temática fosse baseada no fato de que somos, na verdade, latinos de origem imigrante, e que a xenofobia não nos cabe, pois somos filhos, netos e bisnetos de corajosos que enfrentaram mares, fome, saudade, perdas, tudo para que seus descendentes pudessem ter um horizonte mais ameno. Fraga apresentou, então, um desfile emocionante. Misturando tecidos, padrões e cortes que unissem toda essa realidade, e também conversasse com a rica cultura da América Latina, de forma frontal, estampou  nossa tradição em suas criações. Foi o primeiro estilista a ser chamado para uma bienal, em carácter de artista, onde os curadores entenderam que o que Ronaldo faz vai muito além do que simplesmente chamamos moda. Palmas para Ronaldo!!! Que suas criações continuem a levantar bandeiras tão importantes e que, cada vez mais, os admiradores da moda entendam que ela também é reflexo da realidade, que ela também é arte.
@simonepontes Sobre a Simone….. Mãe de Mariela, Simone Pontes é empresária e proprietária da TAB Editora. Sua formação é sociologia tendo pós-graduação em jornalismo e comunicação de massa. Ela também é designer de joias e colunista da revista Lofficiel Brasil.

Gratidão
Ontem assisti uma palestra muito interessante, cujo o tema era: “mude sua frequência para mudar sua realidade“. Você, que já me conhece, sabe o quanto eu acredito nisto. Falo sempre que os nossos pensamentos, criam os nossos sentimentos que ditam a nossa realidade, para o bem ou para o mal. Mas o mais legal desta palestra, que eu quero dividir com vocês, é que ela falava do poder da gratidão, de como a gratidão influencia positivamente os nossos resultados, porque cria uma energia que atrai , que nos permite ver, tudo o que realmente queremos. Quanto mais eu leio sobre isto, quanto mais eu ouço a esse respeito, mais certeza eu tenho de que toda prosperidade, todo amor, e tudo de lindo que a vida pode lhe oferecer, virá até você, muito mais rápido, se você já começar a agradecer pelo que você já tem nesse momento, sua vida, suas oportunidades. Diga agora: Eu sou muito grata, imensamente agradecida por todas as coisas boas que tem se manifestado em minha vida! E fique vibrando nesta frequência de gratidão! A vida vai lhe mostrar cada vez mais coisas pelas quais ser grata! Fique também na frequência do meu amor por você, sinta-se amada e seja grata por isso! Um beijo Angela Sobre… Angela Di Verbeno é formada em turismo e publicidade, foi empresária e designer de bolsas e sapatos da marca que levava sua assinatura. Hoje atua como Consultora de Estilo Pessoal, Empresarial e Life Coach. Formada pela Oficina de Estilo de São Paulo, e palestrante comportamental, formada pela Academia do Palestrante de São Paulo.     Generosidade Você é generosa (o)? Se existe algo do que eu posso lhe afirmar com convicção, é de que a lei do retorno existe, tudo que você faz ao outro, seja de bom ou ruim retorna para você. Quando eu trabalho a autoestima elevada como forma de empoderamento pessoal, quero trazer a tona o fato de que quanto mais amor temos por nós mesmos, mais amor temos condições de dar ao mundo. E dar de forma genuína, sem esperar nada em troca, é edificante para a estrutura do nosso ego saudável. Ou seja, ficamos mais saudáveis emocionalmente quando temos ações generosas. Sem contar que quando você dá algo a alguém, a mensagem que você envia para o seu cérebro, é de que aquilo que você deu existe em abundância em sua vida, e o seu foco passa a ser a abundancia e não a escassez. O que você poderia dar a alguém hoje, sem esperar nada em troca? Um sorriso, uma palavra de conforto, um elogio espontâneo e sincero, um sorvete, dinheiro para livrar alguma dificuldade momentânea?  O que estiver ao seu alcance, faça e sinta a sensação maravilhosa de dar, e agradeça por estar nesta posição de doador! Assista o vídeo e veja que estória linda, eu conto sobre doação! http://www.youtube.com/watch?v=Sh0K2OJv7oc Com muito amor, Ângela Sobre… Angela Di Verbeno é formada em turismo e publicidade, foi empresária e designer de bolsas e sapatos da marca que levava sua assinatura. Hoje atua como Consultora de Estilo Pessoal, Empresarial e Life Coach. Formada pela Oficina de Estilo de São Paulo, e palestrante comportamental, formada pela Academia do Palestrante de São Paulo.

Estamos em casa Ando aflita com as notícias. Ando preocupada com a intolerância e com os radicalismos. Acho que esquecemos que tudo que existe, na verdade, são pequenas viagens individuais que precisam ser divididas com o todo. Foi pensando nisso que escrevi este texto para uma publicação da minha editora e que agora reproduzo aqui por achar que nunca é demais nos vermos como iguais. De imediato, prendi o ar. Essa foto passou a representar, para mim, a viagem fantástica que nós, humanos, fizemos até aqui, espalhando-nos por todo planeta. Por mais distante que esta cultura seja da minha, reconheço nela verdades da nossa natureza e, principalmente, da feminina, que me torna profundamente íntima dessa desconhecida.
Foto: Airton Ortiz – Mulher da tribo El-Molo, na aldeia Layene – Quênia
Vejo em seus olhos a ternura de uma mãe, percebo em suas roupas a vaidade e enxergo no colorido que a rodeia uma imensidão de signos. Tornou-se para mim um ícone. Morando em algum deserto africano, tenho tanto em comum com ela como com as mulheres que habitam meu país. Essa talvez seja a grande trajetória e a ironia da diversidade humana: a percepção de que por mais longínquas que sejam as terras e por mais diferentes que sejam as línguas e as crenças, somos, irremediavelmente da mesma espécie e temos características comuns em todos os lugares. Simultaneamente ao tempo em que nos revelamos distintos sabemos que somos feitos semelhantes e é exatamente essa coerência que percebo nos olhos dessa linda africana. Sinto-me em casa. Estamos em casa. @simonepontes Roupa Nova Tendências não faltam no mundo da moda, ainda mais depois das fashionweeks nacionais e internacionais. O difícil mesmo é saber quais delas seguir, porque informação não falta. São cores, cortes, volumes, tecidos, decotes, bordados, detalhes… tudo junto ao mesmo tempo. É de enlouquecer!!! Existem coisas que você olha e diz: Urgh! Mas depois começa achar aceitável, normal, bonito, até que se pega usando o que antes pensava ser completamente impossível de vestir. Moda é assim mesmo. Mas antes de sair consumindo o que ditam as muitas tendências, minha dica é observar, entender. Entenda o que lhe cai bem, o que combina com seu estilo, o que faz você se sentir linda. Compre com paixão, compre sabendo que vai usar, que a peça não vai ficar com a etiqueta no armário. Olhe e veja se já não tem algo bem parecido com o que gostou no desfile (normalmente temos), e, se depois de tudo isso, a decisão for de levar o look para casa, não se intimide, compre mesmo, e saia no outro dia bem bela e feliz com sua roupa nova. Afinal, o que seria do mundo sem os pequenos prazeres mundanos! @simonepontes

A moda quer gente
Faz tempo que reconheço brasileiros, ao viajar, pela mania de ostentarem labels. Juro! Já fiz o teste várias vezes. Toda vez que vejo uma marca chamando atenção em alguém, chego perto e….. batata! Estão falando português. Não pensem que, dizendo isso, eu não seja adepta a marcas. Gosto muito. Não sou hipócrita, gosto por muitos motivos: pela qualidade, a história e, principalmente, a estética que as acompanha. Acontece que, em novas economias (éramos uma e torço para que voltemos a ser), são comuns essas manifestações de “eu tenho”. Brasileiro gosta de ostentar! Que bom! Até pouco tempo não tínhamos muito para mostrar mesmo. No entanto, se saírmos das nossas fronteiras e observarmos o que está acontecendo no mundo, veremos que ele mudou, e com uma forte alteração de humor sobre o EXCESSO. Portanto, atualmente, o cenário é outro, ostentar está out. Motivos para isso temos de sobra, sabemos bem o tamanho das questões que a humanidade enfrenta. Observem as grandes marcas, elas mesmas estão mudando, buscando caminhos menos óbvios e mais democráticos, etiquetas que gritam estão em desuso. Hoje, os detalhes e a criatividade mostram a origem da peça. Agora a moda quer estilo e não endereço. Quer tolerância e não radicalismo. A moda, neste momento, quer gente e não vitrine. Pense nisso! @simonepontes

Sobre a Simone….. Mãe de Mariela, Simone Pontes é empresária e proprietária da TAB Editora. Sua formação é sociologia tendo pós-graduação em jornalismo e comunicação de massa. Ela também é designer de joias e colunista da revista Lofficiel Brasil.